sexta-feira, 17 de maio de 2013

Roseana Sarney e seu governo intinerante

Mais uma vez o Sinproesemma de Imperatriz tenta negociar com Roseana Sarney o estatuto do educador para por fim a esta greve dos professores estaduais. Desta vez os professores de Imperatriz fazem protesto contra a governadora de cara a cara na cidade de Ribeirãozinho durante uma campanha política da mesma. E graças a participação dos alunos nesta manifestação ela se prontificou a conversar com os líderes do sindicato dos professores de Imperatriz na prefeitura municipal de governador Edson Lobão.
Mais uma vez os alunos estão de parabéns, por que eles estão demonstrando que têm muito valor; valor este que muitos professores não têm. O de mostrar a cara para todos. A classe discente tem mostrado coragem para desafiar a ditadura da governadora do Maranhão.
Não se estar querendo magoar ninguém. Porque estou falando da escola onde trabalho onde só tem comparecido aos movimentos somente uns quatro professsores. Os demais nem sequer mostra presença nas reuniões.










quarta-feira, 15 de maio de 2013

Negociação com o governo não foi concluída e a greve continua

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A greve dos trabalhadores da rede estadual de educação continua e ainda não há acordo que favoreça o fim do movimento. Foi essa a avaliação da direção do Sinproesemma feita na noite desta terça-feira (14), após o encerramento da reunião com o governo para tratar de acertos legais relativos a pagamentos da dívida do Estado com a categoria.
“Houve um elemento surpresa apresentado pelo governo que deve estender a negociação”, explica o presidente do Sinproesemma Júlio Pinheiro, informando que o governo quer transformar o reajuste de 4% em percentual de URV. “É uma casca de banana que estava contida na proposta do estatuto e com a qual não concordamos, pois a URV não pode ser moeda de troca e nem pode estar contida em negociação de estatuto, porque é um direito líquido e certo. Deixamos isso bem claro na reunião”, ressalta Pinheiro.
De acordo com explicações do presidente, a proposta do governo é fazer o reajuste de 7,97% nos salários das primeiras classes da tabela (1ª e 2ª) e deixar a classe 4 (a 3ª na nova estrutura) sem reajuste, que estaria sendo substituído pela URV.  A direção do sindicato considerou a intenção do governo um “absurdo inaceitável”.
Diante do impasse, a negociação foi suspensa até a tarde desta quarta-feira (15), quando deverá acontecer mais uma discussão entre governo e sindicato.

Reducão da jornada

A posição do governo em retirar a redução da jornada dos professores com mais de 50 anos e mais de 20 de serviço na rede também foi duramente questionada pelo sindicato. O tema também deve voltar a ser discutido na próxima negociação.
Avanços
Quanto à proposta de pagamento das progressões, promoções e titulações, foi elaborado um acordo que será incluso nos autos do processo que cobra esses direitos dos educadores, que são negados pelo Estado há quase 20 anos, quando foi aprovado o primeiro estatuto da categoria.
O governo concordou em assinar o acordo que define, inclusive, datas para o pagamento da dívida, sendo o mês de agosto de 2013 a data marcada para pagamento das promoções e titulações e o escalonamento das progressões para os anos de 2014, 2015 e 2016, favorecendo, inicialmente, os professores que estão aptos à aposentadoria.

Assembleias regionais

A orientação da diretoria do Sinproesemma é que todas as assembleias regionais, marcadas para esta semana, se transformem em reuniões de avaliação da greve e de informes à categoria sobre o andamento das negociações, a exemplo do que houve com a assembleia da regional de São Luís. “Só poderemos tomar decisões após o encerramento da negociação. Por enquanto, a greve continua”, conclui o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro.

A Greve Continua

Reuniram-se nesta quarta-feira, 15 de maio de 2013, os professores da rede estadual na sede do Sinproesemma para decidirem a continuidade da greve contra a governadora Roseana Sarney.


terça-feira, 14 de maio de 2013

Professores do Estado protestam contra o não pagamento de horas extras

Os professores que aceitaram a proposta do governo do Estado de fazer horas extras em sala de aula, no terço da jornada que deveria ser destinado para atividades extraclasses, como manda a Lei do Piso, denunciam ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) e em redes sociais que o governo não está pagando pelos serviços executados.
“A proposta da hora extra foi um arranjo do Estado para não contratar novos profissionais a fim de suprir a demanda resultante da implantação da nova jornada. Se não há pagamento, não tem sentido o professor continuar trabalhando nessas condições. O certo é trabalhar em sala de aula somente durante as 13 horas da jornada, que é o direito previsto na Lei do Piso”, esclareceu o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro.
Os profissionais de educação estão indignados com a postura do governo em não definir o pagamento das horas adicionais trabalhadas e querem uma solução imediata para resolver a situação.
De acordo com a lei, um terço da jornada do professor deve ser voltado para atividades extraclasses que qualifiquem o trabalho desenvolvido pelo educador em sala de aula. No Maranhão, a carga horária dos professores da rede estadual é de 20 horas. Com a lei, o professor deve fazer apenas 13 horas na sala de aula.
No início do ano letivo de 2013, o governo propôs que os professores permanecessem em sala de aula no restante da carga horária, que seria destinada para a hora-atividade, e que essas horas seriam pagas como extras, o que ainda não aconteceu, conforme as denúncias dos professores que aceitaram a medida, que seria opcional.