quinta-feira, 31 de outubro de 2013


Educadores protestam contra cortes na Educação na Assembleia Legislativa
Publicado em 30/out/2013
Professores e funcionários da Educação participaram na manhã desta quarta-feira, 30, na Assembleia Legislativa do Maranhão, de um ato público contra a redução dos investimentos para a educação pública estadual em 2014. A manifestação foi promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) e buscou pedir apoio dos deputados para alterar a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) enviada pela governadora Roseana Sarney que reduziu em cerca de R$23 milhões os investimentos para Educação.

De acordo com o presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, a Educação recebeu a previsão de investimentos menor do que a feita para o ano passado – cerca de R$1.593.052.187 (2014) contra R$1.616.429.005(2013). A partir da previsão, o dirigente lembra que o acordo assinado com a categoria, após a greve realizada no segundo semestre deste ano, vai gerar a necessidade de governo de o estado ampliar os recursos para garantir o pagamento de direitos históricos da categoria, como as progressões programadas para serem pagas em janeiro de 2014.

“Do universo de 4 mil titulações, promoções e gratificações de estímulo profissional previstas para serem pagas em agosto, o governo do estado dificultou a concessão dos direitos e pagou apenas 10% do previsto, cerca de 400 trabalhadores. Como o governo do estado vai atender, no próximo ano, a demanda de 10 mil progressões e ainda o reajuste salarial com o orçamento menor ainda”, questiona o dirigente.

O presidente estadual da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e diretor de Comunicação do SINPROESEMMA, Júlio Guterres também criticou a iniciativa da governadora e apontou o descompasso entre as políticas públicas adotadas pelo governo estadual com o federal no tratamento dado a setores importantes da sociedade, como educação e segurança.

O dirigente alertou dos riscos pela continuação de um projeto de governo que não prioriza os investimentos para o ensino público. “A educação tem que ser prioridade dos próximos governos estaduais, porque esse já demonstrou que não tem. Com a redução dos recursos, nunca teremos educação pública de qualidade para a sociedade”, destaca.

Segurança Pública

Durante o ato, os educadores receberam a presença do Cabo Campos que aproveitou o momento para fazer uma homenagem aos policiais civis e militares que morreram nos últimos dias em decorrência da violência. Segurando um cartaz com fotos dos amigos, o cabo fez um apelo a governadora para investir tanto na valorização dos policiais que morreram fazendo bico quanto nos educadores nas salas de aula. ”Os polícias morreram porque a governadora não investir nos trabalhadores em Educação. Eles são vítimas da criminalidade que está tomando de conta da juventude”, ressalta.

No final do ato, os educadores foram convidados para participar de um debate com os deputados que compõem o bloco de oposição Rubens Júnior (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB) e também com o líder do governo, Cesar Pires (DEM).

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Manifestação dos Professores Estaduais na Praça de Fátima

Hoje, 16 de setembro de 2013, os professores da rede Estadual reuniram-se na Praça de Fátima para mais uma manifestação para reivindicar seus direitos, os quais estão sendo lesados pela governadora Roseana Sarney.
Direitos que foram acordados na última greve de 2013, entre sindicato e governo, todavia, os mesmos não foram cumpridos pela governadora do Estado do Maranhão.
Portanto, mais uma vez os professores vêm à Praça Pública para manifestar seus sentimentos em relação a esse governo que vive enganando a todos.
Direitos esses como: titulação, retroativos, e outros mais.
 



Professores na luta por um futuro melhor para os alunos.


Professor Carlos Hermes sempre ao lado dos professores

Raimundo Marques, o poeta e professor

Professor Carlos Hermes, grande lutador a favor dos professores

Professor Creves, um grande batalhador.


Nosso amigo Carlos Brito, o qual já publicou vários livros em Imperatriz.




Professor Uilas, grande batalhador a favor dos professores


Aluno participando do movimento dos professores

Aluno participando do movimento dos professores.

Carlos Brito, poeta e escritor na cidade de Imperatriz.

André, Presidente do Sindicato dos professores em Imperatriz

Raimundo Marques, professor e poeta.

Raimundo Nonato, grande lutador a favor dos professores.

sábado, 14 de setembro de 2013

PROFESSORES DO ESTADO FAZEM PARALISAÇÃO NESTA SEGUNDA-FEIRA

PROFESSORES DO ESTADO FAZEM PARALISAÇÃO NESTA SEGUNDA-FEIRA


Paralisação dia 16 de setembro
Em assembleia geral extraordinária realizada dia 14, sábado, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), os professores da Rede Estadual de Ensino de Imperatriz decidiram suspender as aulas desta segundafeira, dia 16, para protestar contra o descumprimento do acordo da greve de 2013 pelo Governo do Estado. Os pontos descumpridos pelo Governo são: pagamento do retroativo de 4% de aumento salarial de janeiro a julho, titulações e promoções. Esses itens do acordo estavam previstos para o mês de agosto. Sobre a recomposição salarial, o Estado decidiu efetuar o pagamento em quatro parcelas mensais, sendo a primeira efetuada dia 10 deste mês (setembro). Em relação às titulações, ainda não fizeram nenhuma. E as promoções (mudança de nível), apenas 25 professores foram contemplados. A classe educadora decidiu fazer paralisações no dia 16 de cada mês, portanto não haverá nessa segunda-feira, 16 de setembro. Enquanto o Governo do Estado descumprir o acordo assinado para o encerramento da greve, os professores da rede estadual farão suas reivindicações em forma de protesto. Nesta segunda-feira, os professores se reunião às 08:00h na Praça de Fátima para um ato público.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Governo descumpre negociação feita com o Sinproesemma e estabelece outro calendário para pagamentos de direitos

Mais uma vez o Governo do Maranhão demonstra a falta de compromisso com a educação pública de qualidade no estado, o que tem resultado em baixos índices educacionais, em relação a outros estados do Brasil. Na última reunião entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) e o secretário de Estado de Gestão e Previdência, Fábio Gondim, ocorrida na última sexta-feira,16, o representante do governo resolveu adiar novamente o pagamento dos direitos dos trabalhadores, que estava previsto para ser efetuado neste mês de agosto.
De acordo com o novo calendário apresentado pelo governo, neste mês, os educadores receberão os salários reajustados, com a recomposição do Piso Nacional do Magistério, que varia de 4% a 7,97%, e mais o retroativo referente ao mês de janeiro.
Já o pagamento dos retroativos da recomposição, referente ao período de fevereiro a julho, o governo informou que será escalonado até o mês de dezembro deste ano. Sendo que no mês de setembro, será pago o retroativo de fevereiro; os de março e abril serão pagos no mês de outubro; o retroativo de maio sairá no salário de novembro; e os de junho e julho na folha de dezembro.
Quanto às titulações e promoções, cujos pagamentos estavam previstos também para este mês, o governo também não cumpre a palavra e alega que os processos ainda estão em análise pela Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep). Diante disso, Fábio Gondim disse ao presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, que os pagamentos das titulações e promoções foram transferidos para o dia 10 de setembro, em folha suplementar.
Os educadores que tiverem seus pedidos indeferidos, seja por falta de certificados, diplomas ou outros documentos, deverão procurar o setor de recursos humanos da Seduc para regularizar a documentação e ter acesso ao direito.
Júlio Pinheiro rechaçou as justificativas do secretário para o não cumprimento dos prazos definidos em mesa de negociação.  “Havia um entendimento sobre a concessão dos direitos para o mês de agosto, que deveria ser cumprido pelo governo”, critica o sindicalista.
Na opinião do dirigente, o fato de o governo não honrar os prazos assumidos com a categoria demonstra, mais uma vez, a falta de compromisso com a educação pública de qualidade e com a valorização dos profissionais. “A direção do sindicato cobrou o cumprimento do acerto de pagamento das pendências em agosto e agora, diante desse novo calendário, queremos garantias. Vamos dialogar com outros representantes do governo, por meio de pedidos de audiências, para reforçar essa cobrança. O governo do Estado precisa honrar seus compromissos”, esclarece.
Contratos e horas extras
Outro ponto que os dirigentes do Sinproesemma reivindicaram foi a regularização salarial dos contratos precários e também das horas extras trabalhadas por educadores que deveriam ser beneficiados com o direito da jornada extraclasse, prevista na Lei do Piso. Os técnicos da Segep responsabilizaram a equipe da Secretaria de Estado Educação (Seduc)  pelos atrasos, porque não teriam informado à Segep da lista de servidores que estão trabalhando nesses regimes, o que inviabiliza, segundo Fábio Gondim, o pagamento dos trabalhadores.
Enquanto uma secretaria joga para outra a responsabilidade pelo não pagamento, vários professores continuam trabalhando de forma precária, sem direitos trabalhistas, na rede pública estadual de educação,  e sem, sequer, salários em dia. E outros que aceitaram a proposta do governo de trocar a jornada extraclasse por horas-extras também continuam trabalhando sem o devido pagamento das horas adicionais.
Segundo o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, o papel do sindicato é continuar cobrando o governo para que a situação seja resolvida e esperar para que o novo calendário de pagamentos dos retroativos da recomposição sejam cumpridos. “Seria o descrédito total para o governo, se novamente houver descumprimento de compromissos assumidos com a educação”, ressalta.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Madeira recorre de condenação por improbidade administrativa


16/07/2013 09h12 - Atualizado em 16/07/2013 09h12

Recurso para reformar decisão em 1ª instância foi impetrado ontem (16).

Sentença é da Vara da Fazenda Pública de Imperatriz.

Prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB) (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB)
(Foto: Reprodução/TV Mirante)
O prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB) recorreu ontem (15) da decisão da Justiça que o condena por improbidade administrativa. A sentença foi emitida no dia 5 de junho pela juíza Ana Lucrécia, Reis da Vara da Fazenda Pública da cidade.
Em entrevista à Rádio Mirante AM, o prefeito revelou ter ficado surpreso com a decisão. "Ontem, nós demos entrada da nossa defesa contra esta decisão. Aqui em Imperatriz, a cidade ficou pasma, eu próprio fiquei. Eu nunca pensei que uma decisão dessa que melhorasse o preço pudesse dar nisto", declarou o prefeito.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Deputado Léo Cunha articula fechamento da Esc. Estado de Goiás




"De onde menos se espera, daí é que não sai nada". Esta máxima de Barão de Itararé define adequadamente a atuação do deputado Léo Cunha no campo da educação. Na Assembleia Legislativa, o parlamentar nunca votou a favor dos trabalhadores da educação ou dos estudantes. Na votação que aprovou o novo Estatuto do Educador, o deputado Bira do Pindaré apresentou oito emendas, sendo uma delas a que manteria o direito à redução de carga horária para o professor com 50 anos de idade e 20 anos de sala de aula. Mas as emendas foram rejeitadas pelos deputados da base do governo Roseana Sarney. E entre os que votaram contra essas emendas e contras os professores, estava o deputado Léo Cunha, assim como os deputados Antônio de Pádua e Antônio Pereira.
Mas seguindo sem surpreender a ninguém, o deputado agora solicita ao governo do estado que feche a escola Estado de Goiás e doe o prédio à Prefeitura de Imperatriz para que esta construa um centro administrativo. O texto que publica essas informações foi redigido pela própria assessoria do deputado que, conforme a notícia, aguarda ansioso a concretização desse intento.
Sabemos que não é de hoje as investidas contra essa escola. No início do ano, foi árdua a luta para que esse estabelecimento de ensino e outros mais não fossem fechados pelo governo do estado. Neste momento vemos mais uma mexida contra a escola. Desta vez, pelas mãos do deputado, que divulga esse ato como uma vantagem e com direito a mérito para si.
É preciso que a comunidade escolar e a sociedade manifestem o que pensam sobre isso. A hora de agirmos é agora.

André Santos
Coord. Regional do SINPROESEMMA

sábado, 15 de junho de 2013

Como Elohim Deus gosta de ser adorado

22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a vida vem do judeu.
23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura adoradores que sejam assim.
24 Pois Elohim é Ruach, e é necessário que os que Oadoram O adorem em espírito e em verdade.
Yochanan (João) 4:23-24
Acredita-se que para adorar o Pai Eterno não há necessidade de se repetir a mesma oração todos os dias e todas as horas. Deve-se orar de dentro do coração. Como se estivesse conversando com seu melhor amigo. Muitos dão glórias e louvores a pessoas que nunca as conheceu e estas nem ao menos não são suas amigas, e todos acabam se esquecendo do Pai Eterno.
Conversar com seu melhor amigo as mesmas conversas todos os dias chega um momento em que ele acaba se aborrecendo com você, e muitas vezes lhe repreende por isso.
Algo muito importante a se pensar e meditar muito é sobre a questão da Salvação de todos os homens e mulheres.
De onde vem a Salvação? Como diz o verso 22 de Yochanan (João), vem lá do povo judeu e não de outro lugar como Grécia, Roma ou outro país.
Como muita gente sabe, o Yehushua (Jesus) nasceu entre o povo judeu, portanto, Ele como homem era judeu, e não romano, grego ou outra nacionalidade. Então, por que ficar buscando ensinamentos de outros povos, de outras nações como muitos fazem?
O verso 24 afirma que Elohim (Deus) é Ruach (Espírito) se Ele é Espírito por que Adorá-lo da forma como homens gentios nos ensina?
Adorar o Eterno é Adorá-lo com todo o coração, com toda alma, e não apenas com a boca, repetindo milhares de palavras que não servem para nada.

Sindicato repudia onda de boatos sobre ações judiciais vitoriosas

Publicado em 13/jun/2013

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) distribuiu nota repudiando boatos disseminados por algumas pessoas que, a serviço do governo Roseana Sarney, dizem que o acordo entre o Sindicato e o estado para aprovação do novo Estatuto do Magistério e da instituição da Carreira 21 (funcionários de escola) causaria “renúncia ao direito dos educadores receberem seus créditos relativos às ações de descompressão da Tabela Salarial.”
“Isso só pode ser obra de alguém que pretende fazer os educadores desistirem dos seus direitos”, explica o presidente do Sindicato, Júlio Pinheiro. Ele relembra que foi a entidade que ingressou com essas ações judiciais. “Fomos nós, do SINPROESEMMA, que ingressamos na Justiça cobrando essa descompressão, quando os mesmos boateiros diziam que não valia a pena”, diz Pinheiro. “Essas pessoas são oportunistas; seguem o sabor das ondas contrárias à categoria para servir ao governo”, conclui o líder sindical.
CONFIRA A NOTA OFICIAL
NOTA OFICIAL SOBRE O DIREITO À DESCOMPRESSÃO SALARIAL01

terça-feira, 11 de junho de 2013

Aprovado o Estatuto do Educador

Conquista histórica da educação: aprovado, finalmente, o Estatuto do Educador

Vitória da educação: aprovado, no final da tarde desta segunda-feira, 10 de junho, o Estatuto do Educador, na Assembleia Legislativa do Maranhão. É o resultado de uma grande luta protagonizada pelos trabalhadores da educação da rede pública estadual, com duas grandes greves, uma em 2011 e a outra este ano, totalizando 118 dias de paralisação. Mais detalhes no programa “Educação é Notícia”, na rádio Educadora, logo mais, às 21h, e no site do Sinproesemma, ainda hoje, nesta segunda.
flashNa

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Curiosidade sobre Geometria

Geometria

No Egito Antigo, a Geometria era amplamente utilizada. Os agrimensores usavam-na para medir terrenos, enquanto os construtores recorriam a ela para fazer edificações. As famosas pirâmides construídas próximas ao rio Nilo, são um ótimo exemplo desse fato.

Sabe-se, hoje, que a partir de 600 E.C. os gregos começaram a sistematizar os conhecimentos geométricos que foram adquirindo, fazendo com que a Geometria deixasse de ser puramente experimental.

Esse trabalho de organização lógica dos conhecimentos geométricos foi realizado magistralmente pelo matemático grego Euclides, por volta de 300 E.C., e reunido numa obra de 13 volumes chamada Os Elementos. Essa obra tornou-se tão importante que até hoje seus ensinamentos são utilizados no nosso dia-a-dia.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sinproesemma acompanha envio de Estatuto à Assembleia

Publicado em 04/jun/2013

estaIMG_2382
Júlio Pinheiro, João Abreu (Casa Civil), vice-governador Washington Luiz e a governadora Roseana Sarney
Uma comitiva de diretores do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (SINPROESEMMA) acompanhou nesta segunda-feira (dia 3), no Palácio dos Leões, o ato formal de entrega do Projeto de Lei do Estatuto do Magistério pela governadora Roseana Sarney (PMDB) ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Mello (PMDB). A partir de agora a análise e aprovação do projeto está nas mãos dos deputados estaduais, para depois retornar ao Poder Executivo para sanção.
Além do Projeto de Lei que dispõe sobre o Estatuto e Plano de Carreiras, Cargos e Remuneração do Magistério foram entregues mais duas mensagens. A primeira dispõe sobre a criação do subgrupo Apoio da Educação Básica. A outra trata da criação da Gratificação de Estímulo aos integrantes do subgrupo Apoio Técnico e Subgrupo Apoio Administrativo do Grupo Administração Geral, bem como ao Grupo Ocupacional Atividades de Apoio Administrativo e Operacional (ADO).
De acordo com o novo Estatuto do Magistério, todas as novas progressões de níveis salariais serão implantadas automaticamente. Já as progressões atrasadas serão pagas, a partir de janeiro, dentro dos próximos 3 anos, beneficiando 25 mil professores, dos quais cerca de dez mil ainda não se aposentaram à espera desse benefício. As promoções de níveis médio para o superior do ano corrente, 2013, serão pagas em agosto, beneficiando mil e duzentos professores. As titulações (especialização, mestrado, doutorado) também.
Na nova legislação ficam estabelecidos, além da Gratificação por Atividade de Magistério (GAM), outros três tipos especiais: 25% para quem tem dedicação exclusiva, 15% para quem dá aula em áreas de difícil acesso e 40% para quem atua em áreas de alto índice de violência.
Trâmite normal, mas rápido
Logo após receber os documentos, o presidente da Assembleia, Arnaldo Mello, informou que a matéria tem tudo para ser rapidamente apreciada pelos deputados e que a primeira providência será seu encaminhamento ao Protocolo da Assembleia. “A partir daí, daremos o rito normal para o texto ser apreciado pelas respectivas comissões e posterior aprovação. Não havendo inconstitucionalidade no texto, com certeza essa matéria tramitará normalmente”, declarou o parlamentar.
Frutos da luta da categoria
O presidente do SINPROESEMMA, professor Júlio Pinheiro, disse que é importante que os educadores acompanhem todo o trâmite do projeto que foi avalizado pela categoria em reuniões e assembleia. “Conseguimos significativos avanços, como fixar uma data-base, novas gratificações, eleições diretas para diretor, manutenção da GAM e da carreira funcional, valorização dos funcionários de escola em carreira própria e com gratificação, então não dar para deixarmos o processo no meio do caminho”, explicou Pinheiro. Ele afirmou que a partir desta terça-feira (dia4), os educadores devem caminhar para a Assembleia Legislativa. “Vamos seguir os projetos de leis até que sejam aprovados e sancionados; eles são conquistas da luta da nossa categoria; não são presentes de nenhum governante”, concluiu.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Acordo assegura Estatuto do Educador e outras conquistas

IMG_3858a
Diretores do Sinproesemma reunidos com o secretário Fábio Gondim durante ato de formalização de acordo sobre Estatuto do Educador
“É a consolidação da vitória da luta dos trabalhadores”, assim definiu o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA), Júlio Pinheiro, após a assinatura do acordo com o governo do Estado que vai garantir vários direitos não efetivados há anos e ainda a aprovação do Estatuto do Educador. A cerimônia solene ocorreu na manhã desta quarta-feira (dia 29), no auditório da Secretaria de Gestão e Previdência, no Calhau, e contou com a presença do secretário titular da pasta, Fábio Gondim.
A elaboração do Estatuto do Educador começou em 2009 e foi feita com a participação de diretores do SINPROESEMMA, técnicos do governo e da categoria, que participou de reuniões, seminários e assembleias, para discutir o texto e propor alterações. Dentre as novidades que o Estatuto traz está a possibilidade de os novos concursos públicos oferecerem jornada de 40 horas semanais, assegurando a proporcionalidade das remunerações. Também foram criadas as gratificações de Difícil Acesso (15%), Área de Risco (40%), Educação Especial (30%) e Dedicação Exclusiva (25%). As eleições para diretor de escola, outra reivindicação histórica da categoria, também estão garantidas no Estatuto do Educador.
A direção do SINPROESEMMA também se preocupou em garantir o planejamento escolar, conforme a Lei do Piso. No início das negociações, os técnicos do governo queriam restringir este mecanismo ao ambiente escolar, mas a direção se posicionou contra e garantiu no texto a possibilidade do educador pl
IMG_3882a
Pinheiro e Gondim assinam documento que firma compromissos
anejar suas atividades fora do ambiente escolar. Além disso, com a aprovação do Estatuto, o reajuste anual do piso será concedido a todos os trabalhadores.
Outra conquista inédita foi a criação da carreira de funcionário de escola que será contemplada por meio de duas leis que serão enviadas pelo Poder Executivo à Assembleia Legislativa. De acordo com o secretário de funcionários do SINPROESEMMA, Carlos Mafra, a primeira legislação cria a carreira dos funcionários no subgrupo da educação e a segunda garante a gratificação de 30% aos educadores que fizeram o Pró-funcionário.
Recomposição salarial
Segundo o acordo, todas as promoções e titulações pendentes dos trabalhadores serão pagas no mês agosto deste ano e devem vir acompanhadas também do reajuste de 7,79% e 4%, retroativos a janeiro. As progressões serão pagas em três anos, sendo a primeira parte em janeiro de 2014, seguida pela segunda, em janeiro de 2015, e a última em janeiro de 2016. O critério será o tempo de serviço na rede, ou seja, os educadores que estão nas últimas referências das suas respectivas classes serão os primeiros.
Com a assinatura do acordo, a direção do SINPROESEMMA informa que a partir da próxima segunda-feira (dia 3), os trabalhadores em Educação que estavam em greve devem voltar às salas de aula. Ainda de acordo com o Fábio Gondim, o Estatuto do Educador e as duas leis dos Funcionários de Escola vão ser encaminhadas na próxima segunda-feira, para a Assembleia Legislativa do Maranhão.

IMG_3829a
Documento da governadora Roseana Sarney (PMDB) autorizando auxiliares a celebrarem acordo com o Sinproesemma

Acordo assinado assegurando vários direitos aos educadores

VITÓRIA DA GREVE DOS EDUCADORES - Assinados no final da manhã desta quarta-feira, 29, os acordos que garantem direitos aos trabalhadores da rede estadual de educação. Com autorização oficial da governadora Roseana Sarney, os acordos foram assinados pelo secretário de Estado de Gestão e Previdência, Fábio Gondim, e pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), Júlio Pinheiro. Na segunda-feira, 3, será feita a entrega solene da proposta do Estatuto do Educador para a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. Daqui a pouco, matéria completa no site e no face do Sinproesemma.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Governo adia novamente a assinatura do acordo com o Sinproesemma

No início da noite desta terça-feira (28), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) foi informada pelo secretário de Estado de Gestão e Previdência, Fábio Gondim, que o ato de assinatura do acordo entre o governo do Estado e o sindicato deverá ser feito  nesta quarta-feira (29), às 11h.
Para que retornem às escolas e encerrem a greve iniciada no dia 23 de abril deste ano, os trabalhadores da educação estadual precisam da assinatura do acordo, que assegura as conquistas alcançadas com o movimento, e da definição sobre o encaminhamento, para a Assembleia Legislativa, do Estatuto do Educador e das leis que garantem direitos aos funcionários de escolas.

Greve continua: acordo ainda não assinado pelo governo do Estado

A greve dos educadores da rede pública estadual de ensino continua. Não foi assinado o acordo que contempla o resultado das negociações entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), como estava previsto.
A assinatura estava marcada para acontecer na tarde desta segunda-feira (27), na Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep), mas depois de algumas horas de espera, a diretoria do sindicato foi informada, pelo secretário Fábio Gondim, que o acordo não poderia ser assinado ainda porque faltava finalizar alguns termos do documento. O secretário deu uma nova previsão de assinatura para esta terça-feira (28), mas não definiu a hora.
Orientação
Embora a maioria das assembleias regionais de educadores tenha aprovado a suspensão da greve, enquanto não acontece a assinatura do acordo, a orientação da direção do Sinproesemma é de continuidade do movimento.
O retorno à sala de aula somente deve acontecer após a assinatura do documento, que é a garantia de que o governo irá cumprir o que foi acertado nas negociações com o sindicato, como o pagamento das progressões, a partir de janeiro de 2014, e das titulações e promoções, em agosto deste ano, além de outros avanços discutidos e aprovados, verbalmente, entre as partes. No acordo também consta o abono para as faltas dos trabalhadores, no período de greve.
Além da assinatura o acordo, o governo deve definir a data de envio da proposta do novo estatuto, assim como dos projetos de lei que garantem direitos aos funcionários de escolas.

Greve continua: acordo ainda não assinado pelo governo do Estado

A greve dos educadores da rede pública estadual de ensino continua. Não foi assinado o acordo que contempla o resultado das negociações entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), como estava previsto.
A assinatura estava marcada para acontecer na tarde desta segunda-feira (27), na Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep), mas depois de algumas horas de espera, a diretoria do sindicato foi informada, pelo secretário Fábio Gondim, que o acordo não poderia ser assinado ainda porque faltava finalizar alguns termos do documento. O secretário deu uma nova previsão de assinatura para esta terça-feira (28), mas não definiu a hora.
Orientação
Embora a maioria das assembleias regionais de educadores tenha aprovado a suspensão da greve, enquanto não acontece a assinatura do acordo, a orientação da direção do Sinproesemma é de continuidade do movimento.
O retorno à sala de aula somente deve acontecer após a assinatura do documento, que é a garantia de que o governo irá cumprir o que foi acertado nas negociações com o sindicato, como o pagamento das progressões, a partir de janeiro de 2014, e das titulações e promoções, em agosto deste ano, além de outros avanços discutidos e aprovados, verbalmente, entre as partes. No acordo também consta o abono para as faltas dos trabalhadores, no período de greve.
Além da assinatura o acordo, o governo deve definir a data de envio da proposta do novo estatuto, assim como dos projetos de lei que garantem direitos aos funcionários de escolas.

Sem assinatura de acordo, greve continua

A greve dos educadores da rede pública estadual de ensino continua. Não foi assinado o acordo que contempla o resultado das negociações entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), como estava previsto.
A assinatura estava marcada para acontecer na tarde desta segunda-feira (27), na Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep), mas depois de algumas horas de espera, a diretoria do sindicato foi informada, pelo secretário Fábio Gondim, que o acordo não poderia ser assinado ainda porque faltava finalizar alguns termos do documento. O secretário deu uma nova previsão de assinatura para esta terça-feira (28), mas não definiu a hora.
Orientação
Embora a maioria das assembleias regionais de educadores tenha aprovado a suspensão da greve, enquanto não acontece a assinatura do acordo, a orientação da direção do Sinproesemma é de continuidade do movimento.
O retorno à sala de aula somente deve acontecer após a assinatura do documento, que é a garantia de que o governo irá cumprir o que foi acertado nas negociações com o sindicato, como o pagamento das progressões, a partir de janeiro de 2014, e das titulações e promoções, em agosto deste ano, além de outros avanços discutidos e aprovados, verbalmente, entre as partes. No acordo também consta o abono para as faltas dos trabalhadores, no período de greve.
Além da assinatura o acordo, o governo deve definir a data de envio da proposta do novo estatuto, assim como dos projetos de lei que garantem direitos aos funcionários de escolas.

domingo, 26 de maio de 2013

O Fim da Greve

Eu gostaria somente de saber se o que foi feito neste final de greve se está correto, isto é, o retorno para a sala de aula. Na minha opinião já fomos enganados umas vezes e agora eu imaginei que só se voltaria à sala de aula depois do Estatuto está assinado com as reinvidicações dos professores.
Espero que tenhamos um final feliz. Porque depois deste Estuto estar assinado nas leis nele escritas, teremos que ficar da forma que ele é.
Ouvi tantas explicações do advogado que estava na Assembléia na última sexta-feira dia 24 de maio de 2013, apesar dele ter repetido tantas e tantas vezes, pouco entendi se esse Estatuto nos beneficiará tanto quanto ele disse.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

DIGA NÃO À PROPOSTA GOVERNISTA DO NOVO ESTATUTO.

O MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA DOS PROFESSORES-MRP. 
ALERTA!!!
PROFESSOR/A, VOTAR NAS ASSEMBLEIAS REGIONAIS PELA  APROVAÇÃO DO ESTATUTO NEGOCIADO ENTRE GOVERNO E DIRETORIA DO SINPROESEMMA,  A REVELIA DA NOSSA CATEGORIA, SIGNIFICA:
1- APROVAR UM PERCENTUAL DE REAJUSTE DE
4% PARA OS PROFESSORES COM FORMAÇÃO SUPERIOR, PERCENTUAL ESSE QUE É INFERIOR A INFLAÇÃO DOS ÚLTIMOS 12 MESES, QUE SEGUNDO O IBGE FOI DE 5,84%;
2- LEGITIMAR A CRIAÇÃO DE UMA POLÍTICA SALARIAL QUE CONTRARIA A LEI DO PISO E SÓ SERVIRÁ PARA POTENCIALIZAR AS POLÍTICAS GOVERNISTAS DE DESVALORIZAÇÃO DO EDUCADOR E DE ARROCHO SALARIAL;
3- PERMITIR QUE VOCE PROFESSOR SEJA ENQUADRADO NA NOVA TABELA DE VENCIMENTOS SEM QUE SE LEVE EM CONSIDERAÇÃO O SEU TEMPO DE SERVIÇO NA REDE. ESSA MANOBRA TRÁS PREJUÍZOS FINANCEIROS IMEDIATOS E FUTUROS PARA O PROFESSORADO.
4- PERMITIR QUE NOSSAS PROGRESSÕES NA CARREIRA SEJAM CONDICIONADAS A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO;
5- LEGITIMAR A POSTURA IRRESPONSÁVEL E GOVERNISTA DA DIRETORIA DO SINPROESEMMA QUE DURANTE TODO ESSE PROCESSO NEGOCIOU  COM O GOVERNO, TOTALMENTE A REVELIA DA NOSSA CATEGORIA E QUE ASSIM AGE NO INTUITO DE GARANTIR SEUS INTERESSES PARTICULARES.

SIGA O EXEMPLO DOS COMPANHEIROS DAS REGIONAIS DE AÇAILÂNDIA E TIMON QUE DIA 21/05 REJEITARAM A PROPOSTA DE NOVO ESTATUTO E MANTIVERAM A GREVE

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Reunião no Sindicato dos Professores de Imperatriz

Depois do movimento de hoje na praça Brasil, 22 de maio de 2013, ficou previsto para uma reunião para o dia 24 de maio de 2013 na sede do Sindicato dos Professores de Imperatriz, a partir das 8:00 h. Para se tomar conhecimento sobre a greve, que já dura um mês; como também ficar-se sabendo sobre a Assembléia que será realizada amanhã em São Luis dia 23 de maio de 2013.
Este é um resumo de tudo que foi abordado hoje na praça Brasil.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Prefeito de Vargem Grande

O Prefeito de Vargem Grande, Edvaldo Nascimento, juntamente com o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Abdias Cidrão, participaram da Assembléia dos Servidores Públicos convocada pelo Sindicato na última quinta-feira (16).
O Prefeito concedeu aumento de 16, 19% aos professores da Rede Municipal de Ensino e vai pagar o aumento retroativo ao mês de Janeiro deste ano.
Considerações do MRP:
Esse é um exemplo para todos os governos municipais e estaduais do país e é a prova cabal de que os educadores da rede estadual devem dizer não ao acordo firmado entre governo e diretoria do sindicato que, segundo informações dos seus próprios dirigentes, teremos reajustes de 7,97% (formação em nível médio) e 4% (formação em nível superior). Desta forma defendemos a não aprovação do ESTATUTO DA NEGAÇÃO DE DIREITOS e a rejeição incondicional do percentual de reajuste ilegal do MEC, de 7,97%.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Roseana Sarney e seu governo intinerante

Mais uma vez o Sinproesemma de Imperatriz tenta negociar com Roseana Sarney o estatuto do educador para por fim a esta greve dos professores estaduais. Desta vez os professores de Imperatriz fazem protesto contra a governadora de cara a cara na cidade de Ribeirãozinho durante uma campanha política da mesma. E graças a participação dos alunos nesta manifestação ela se prontificou a conversar com os líderes do sindicato dos professores de Imperatriz na prefeitura municipal de governador Edson Lobão.
Mais uma vez os alunos estão de parabéns, por que eles estão demonstrando que têm muito valor; valor este que muitos professores não têm. O de mostrar a cara para todos. A classe discente tem mostrado coragem para desafiar a ditadura da governadora do Maranhão.
Não se estar querendo magoar ninguém. Porque estou falando da escola onde trabalho onde só tem comparecido aos movimentos somente uns quatro professsores. Os demais nem sequer mostra presença nas reuniões.










quarta-feira, 15 de maio de 2013

Negociação com o governo não foi concluída e a greve continua

DSC01515editada
A greve dos trabalhadores da rede estadual de educação continua e ainda não há acordo que favoreça o fim do movimento. Foi essa a avaliação da direção do Sinproesemma feita na noite desta terça-feira (14), após o encerramento da reunião com o governo para tratar de acertos legais relativos a pagamentos da dívida do Estado com a categoria.
“Houve um elemento surpresa apresentado pelo governo que deve estender a negociação”, explica o presidente do Sinproesemma Júlio Pinheiro, informando que o governo quer transformar o reajuste de 4% em percentual de URV. “É uma casca de banana que estava contida na proposta do estatuto e com a qual não concordamos, pois a URV não pode ser moeda de troca e nem pode estar contida em negociação de estatuto, porque é um direito líquido e certo. Deixamos isso bem claro na reunião”, ressalta Pinheiro.
De acordo com explicações do presidente, a proposta do governo é fazer o reajuste de 7,97% nos salários das primeiras classes da tabela (1ª e 2ª) e deixar a classe 4 (a 3ª na nova estrutura) sem reajuste, que estaria sendo substituído pela URV.  A direção do sindicato considerou a intenção do governo um “absurdo inaceitável”.
Diante do impasse, a negociação foi suspensa até a tarde desta quarta-feira (15), quando deverá acontecer mais uma discussão entre governo e sindicato.

Reducão da jornada

A posição do governo em retirar a redução da jornada dos professores com mais de 50 anos e mais de 20 de serviço na rede também foi duramente questionada pelo sindicato. O tema também deve voltar a ser discutido na próxima negociação.
Avanços
Quanto à proposta de pagamento das progressões, promoções e titulações, foi elaborado um acordo que será incluso nos autos do processo que cobra esses direitos dos educadores, que são negados pelo Estado há quase 20 anos, quando foi aprovado o primeiro estatuto da categoria.
O governo concordou em assinar o acordo que define, inclusive, datas para o pagamento da dívida, sendo o mês de agosto de 2013 a data marcada para pagamento das promoções e titulações e o escalonamento das progressões para os anos de 2014, 2015 e 2016, favorecendo, inicialmente, os professores que estão aptos à aposentadoria.

Assembleias regionais

A orientação da diretoria do Sinproesemma é que todas as assembleias regionais, marcadas para esta semana, se transformem em reuniões de avaliação da greve e de informes à categoria sobre o andamento das negociações, a exemplo do que houve com a assembleia da regional de São Luís. “Só poderemos tomar decisões após o encerramento da negociação. Por enquanto, a greve continua”, conclui o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro.

A Greve Continua

Reuniram-se nesta quarta-feira, 15 de maio de 2013, os professores da rede estadual na sede do Sinproesemma para decidirem a continuidade da greve contra a governadora Roseana Sarney.


terça-feira, 14 de maio de 2013

Professores do Estado protestam contra o não pagamento de horas extras

Os professores que aceitaram a proposta do governo do Estado de fazer horas extras em sala de aula, no terço da jornada que deveria ser destinado para atividades extraclasses, como manda a Lei do Piso, denunciam ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) e em redes sociais que o governo não está pagando pelos serviços executados.
“A proposta da hora extra foi um arranjo do Estado para não contratar novos profissionais a fim de suprir a demanda resultante da implantação da nova jornada. Se não há pagamento, não tem sentido o professor continuar trabalhando nessas condições. O certo é trabalhar em sala de aula somente durante as 13 horas da jornada, que é o direito previsto na Lei do Piso”, esclareceu o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro.
Os profissionais de educação estão indignados com a postura do governo em não definir o pagamento das horas adicionais trabalhadas e querem uma solução imediata para resolver a situação.
De acordo com a lei, um terço da jornada do professor deve ser voltado para atividades extraclasses que qualifiquem o trabalho desenvolvido pelo educador em sala de aula. No Maranhão, a carga horária dos professores da rede estadual é de 20 horas. Com a lei, o professor deve fazer apenas 13 horas na sala de aula.
No início do ano letivo de 2013, o governo propôs que os professores permanecessem em sala de aula no restante da carga horária, que seria destinada para a hora-atividade, e que essas horas seriam pagas como extras, o que ainda não aconteceu, conforme as denúncias dos professores que aceitaram a medida, que seria opcional.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

CNTE divulga lista de estados brasileiros que não cumprem a Lei do Piso

Publicado em Sexta, 19 Abril 2013 14:12
Uma das principais lutas dos trabalhadores da educação brasileira, a Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada em 2008 (Lei 11.738/08), ainda não é respeitada por 08 estados brasileiros. E outros 14 estados não cumprem integralmente a lei, o que inclui a hora-atividade, que deve representar no mínimo 1/3 da jornada de trabalho do professor.
Apenas Acre, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco e Tocantins cumprem a lei na totalidade.
A CNTE realiza, na próxima semana, uma greve nacional de três dias, entre 23 e 25 de abril, para pressionar os gestores a respeitar a lei e também reivindica outras questões fundamentais para a educação brasileira, como a aprovação do Plano Nacional de Educação, aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional, criação do Sistema Nacional de Educação, 100% dos royalties do petróleo para educação, definição de diretrizes de carreira para os profissionais da educação e a regulamentação do artigo 206 inciso 8º da Constituição (ampliação do piso salarial para todos os profissionais da educação), regulamentação da convenção nº 151, da OIT, que trata da Negociação Coletiva no Serviço Público.
Em todos os estados serão realizados atos estaduais e municipais nas assembleias legislativas e sedes de governo. No dia 24 de abril a CNTE também realizará um ato na Câmara dos Deputados com a presença de representantes de todos os sindicatos filiados e se reunirá com os presidentes da Câmara e do Senado Federal.
Confira a tabela
Relação de estados:
Não pagam o piso: Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia.
Não cumprem a lei na íntegra: Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.
Cumprem a lei na totalidade: Acre, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco e Tocantins.
Não informado: Rio de Janeiro.
Fonte: CNTE

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Sindicatos reunidos na Praça de Fátima

Vários sindicatos reuniram-se hoje 01 de maio de 2013 pela manhã na Praça de Fátima para manifestações sobre Estatuto do Magistério, Movimento dos Sem Terra, Banco e outros mais.
Também teve poesias, bandas de forró e outras homenagens ao 1º de maio, dia do trabalhador.
Este 1º de maio, foi um dia muito especial












sábado, 27 de abril de 2013

Governo não quer redução da jornada para professores com mais de 50 anos

Na negociação do texto do Estatuto do Educador, um dos pontos de divergência entre o governo do Estado e o Sinproesemma é o artigo que trata da redução da jornada de trabalho dos professores que completarem 50 anos de idade e mais de 20 anos de serviço na rede. O governo é irredutível quando o assunto é a redução da jornada.
A proposta que resultar da negociação será submetida às assembleias regionais que serão realizadas a partir da próxima semana. Segundo o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, somente as assembleias dos trabalhadores poderão decidir se aceitam ou não o texto em negociação e se suspendem ou não a greve na rede estadual de educação, que teve início na última terça-feira e continua por tempo indeterminado.
Nesta quinta (25) e sexta-feira (26), os diretores do sindicato realizaram várias reuniões de avaliação da greve e do andamento das negociações com o governo, na sede da entidade, em São Luís.

Professores e secretário não chegam a acordo para dar fim a greve em SP

Nova assembleia de docentes será realizada nesta sexta-feira à tarde no Masp, em São Paulo

iG São Paulo |
Representantes do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) se reuniram com o secretário de Educação, Herman Voorwald, na tarde desta quinta-feira (25), mas não chegaram a um acordo para encerrar a paralisação iniciada essa semana. Nesta sexta, uma nova assembleia de docentes será realizada às 14h, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Professora grevista diz que classe virou “depósito de aluno”
O governo não apresentou novas propostas concretas, mas acenou com a possibilidade de avaliar, de acordo com as condições econômicas, um novo aumento salarial para o magistério no segundo semestre. Os professores, no entanto, queriam que o índice já fosse incluído no projeto de lei encaminhado à Assembleia que prevê aumento de 8,1% para a categoria .
A principal reivindicação da mobilização é um reajuste salarial de 36%. Os docentes também pedem a recomposição de aumento previsto de 10,2% para 2012, que entendem ter sido apenas parcialmente pago, e o cumprimento da lei que determina que um terço da jornada de trabalho seja destinada a atividades de formação e preparação de aulas. O governo diz que não pode dar um reajuste maior e que a política salarial atual elevará em 45,1% os ganhos da categoria entre 2011 e 2014. Também alega que o Estado já cumpre integralmente a lei do piso, inclusive no que se refere à jornada de trabalho.
No encontro, os professores pediram melhores condições para os contratados pela categoria O (temporariamente), que tem menos direitos que outros profissionais. O secretário propôs que fosse feito um estudo da situação desses docentes, mas o sindicato rejeitou a possibilidade. “O governo quer manter nossa categoria desmotivada e derrotada. Não vamos permitir! Por isso a única alternativa é manter e ampliar a greve”, diz nota da Apeoesp.
Por fim, a Apeoesp pediu o respeito ao “direito de greve”, reclamou da contratação de eventuais para ministrar aulas em lugar dos grevis­tas e informou que vai acionar juridicamente o governo. Em nota, a Secretaria da Educação afirma que a rede estadual dispõe regularmente de professores eventuais e, desde o início do ano, cerca de 55 mil profissionais se cadastraram para suprir, quando necessário, ausências pontuais de docentes titulares. “Cabe esclarecer que essa é uma medida de praxe no cotidiano das unidades de ensino e que não tem qualquer outra finalidade a não ser garantir que os alunos tenham todo o conteúdo pedagógico previsto”, diz o texto.
Adesão
No 4º dia de greve dos professores, cerca de 35% dos docentes aderiram à paralisação, segundo a Apeoesp. O governo, no entanto, informa que nesta quinta registrou aumento de faltas de 2,9% do total em relação à média diária de ausências de aproximadamente 5%.